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alexxmaxx
Recém-chegado(a)

Organização de fluxos de trabalho BIM em pequenos ateliers

Olá a todos,

Gostava de perceber como é que outros utilizadores organizam o fluxo de trabalho BIM em pequenos ateliers que usam Archicad no dia a dia.

No nosso caso, um dos maiores desafios não é só a modelação, mas também a forma como se estrutura a informação do projeto para evitar retrabalho entre fases, especialmente quando há alterações frequentes por parte do cliente. Tenho tentado melhorar a padronização de templates, nomenclaturas, layouts e mapas, para que a documentação saia mais consistente e com menos erros.

Outro ponto que me parece importante é a ligação entre a parte técnica do projeto e a gestão do escritório. À medida que os trabalhos crescem, acaba por ser útil ter também os processos administrativos mais organizados. Nessa parte encontrei alguma informação útil aqui: https://pt.premiumaccounting.pt/ — sobretudo para quem também gere a parte operacional do atelier.

 

Como é que vocês fazem esta organização no Archicad? Trabalham com templates muito fechados ou preferem estruturas mais flexíveis conforme o tipo de projeto?

2 RESPOSTAS 2
Patricia Angelim
Especialista

Olá @alexxmaxx 

 

Aqui no escritório nós trabalhamos com um template bem consistente que atende as nossas necessidades de projeto. Aqui trabalhamos com diversas tipologias de projeto, então decidimos nos sentare debater sobre o que deveria ser padrão para todos os projetos e o que poderia ser mais flexível de acordo com o seu tipo.

Dessa forma, conseguimos (e ainda estamos, pois é um trabalho contínuo) traçar uma organização dentro do Archicad que nos atende bem.

 

O segredo de um template é que ele não é estático, mas sim mutável e deve evoluir constantemente a depender das necessidades e dores do escritório.

 

Em relação à documentação, uma das coisas que prezamos muito é inserir as informações dos elementos dentro deles, nas suas propriedades. Dessa forma, a informação fica consistente, uma vez que é possível extrair a mesma informação nas diversas visualizações do projeto e, em caso de alteração, também fica fácil de ajustar a documentação porque só é necessário alterar em um único lugar. Para além disso, também prezamos por extrair informações automáticas em termos geométricos, então usamos bastante rótulos associados para extrair, por exemplo: larguras, alturas, comprimentos, espessuras... 

Assim temos uma documentação mais consistente e linkada à modelagem.

 

Sobre a questão da gestão à medida que a quantidade de projetos aumenta, aqui estamos usando o ClickUp para fazer o gerenciamento dos projetos e tem sido satisfatório até então! 



Patrícia Angelim
Sócia da Sala BIM - Escola de Archicad / Arquiteta sócia na Ramos Arquitetura / Treinadora Certificada Graphisoft e BIM Manager Graphisoft
Ricardo Heim
Defensor(a)

Em adição ao que a @Patricia Angelim demonstrou, acredito que ela usa essa ferramenta, mas ela é de grande importância que são os Favoritos. Acredito que o melhor fluxo de trabalho é definir favorito para a maior quantidade de elementos possíveis, dividindo eles por etapa e/ou tipo de detalhamento, por exemplo, na etapa de estudo preliminar, ter uma pasta separada com favoritos de paredes mais simplificados, para nesse momento de estudo, ter algo mais ágil e fácil de ir desenhando, zonas, etc. Estudo legal também, depois executivo com cada detalhamento separado por pastas, e em todas as pastas favoritos de documentação também, cotas, rótulos, texto, tudo, já configurado as canetas e vegetais corretos. Os materiais e superficies são essenciais que já sejam todos, ou os mais utilizados, com a nomenclatura padronizada e deles já deixar as composições de paredes e lajes já todas pré definidas e com nomenclatura padronizada. Isso vai permitir a automação dos mapas e muito pouco retrabalho na hora de quantificar tudo e gerar as pranchas executivas.
Além disso, acho importante a criação do seu próprio sistema de classificação, pois o padrão do archicad não abrange muitos elementos partes da construção, fechando as lacunas e adicionando essas novas classificações ao seu tradutor IFC garantem a interoperabilidade com as demais disciplinas.

Ainda com dúvidas?

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